Presença tradicional na mesa dos brasileiros durante o Natal, o chester é conhecido pelo tamanho avantajado e pela grande quantidade de carne, especialmente no peito. Para quem vê a ave inteira, ela costuma lembrar um frango maior do que o comum, por causa do corpo mais robusto e do peito bem desenvolvido.
A ave foi criada na década de 1980 a partir do cruzamento seletivo de frangos com maior rendimento de carne. O objetivo era atender a uma demanda específica das festas de fim de ano: uma ave maior, com mais carne nobre e que servisse famílias numerosas. O nome “chester” vem da palavra inglesa chest (peito), em referência à principal característica do animal.
Diferentemente do peru, o chester não é uma espécie distinta. Trata-se de um tipo de frango desenvolvido comercialmente, com crescimento controlado e padrão específico de peso e musculatura. No Brasil, o produto se popularizou principalmente após ser lançado pela empresa Perdigão, que detém a marca registrada do nome.
Com peso médio entre 3 e 4 quilos, o chester se tornou uma alternativa ao peru por ter preparo mais simples e sabor mais suave, além de menor tempo de forno. Atualmente, é um dos principais itens da ceia natalina no país, ao lado do peru, do tender e do pernil.



