A jornalista Maria Prata usou as redes sociais nesta sexta-feira (23) para tornar público que foi vítima de um assalto à mão armada no bairro da Lapa, na zona oeste da capital paulista. O crime ocorreu no fim da manhã de quinta-feira (22), quando ela estava acompanhada da filha, Dora.
De acordo com o relato, Maria (que é esposa do apresentador e jornalista Pedro Bial) havia acabado de estacionar o carro e seguia a pé em direção a um prédio, a poucos metros de distância, quando foi surpreendida por um homem em uma motocicleta. O suspeito utilizava mochila semelhante às de entregadores e portava uma arma.
Imagens de uma câmera de segurança mostram a abordagem, que durou pouco mais de um minuto. Durante a ação, o criminoso exigiu o telefone celular da jornalista e também a senha de desbloqueio do aparelho. Nervoso, ele chegou a desconfiar que Maria fosse policial e a revistou antes de conseguir acessar o dispositivo. Além do celular, cartões bancários também foram levados.
Veja o momento do assalto no vídeo abaixo.
O episódio teve impacto direto sobre a filha do casal, que inicialmente não compreendeu o que estava acontecendo. Segundo a mãe, somente após chegarem ao local onde seriam recebidas por amigos é que a criança percebeu a gravidade da situação e passou a demonstrar medo e insegurança.
“Ela chorou, disse que queria ir embora e passou o resto do dia falando sobre o que aconteceu”, relatou Maria Prata na publicação.
Casada com o jornalista Pedro Bial, a comunicadora descreveu ainda que teve dificuldades para dormir após o crime, revivendo mentalmente a cena diversas vezes. Em tom reflexivo, afirmou que a família vinha passando as férias viajando pelo país e destacando aspectos positivos do Brasil, mas acabou se deparando com a violência urbana.
“Um movimento errado poderia ter mudado tudo”, escreveu.
Procurada, a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo informou que, até o momento, não há registro formal do caso nos sistemas da Polícia Civil. Segundo a pasta, ocorrências registradas pela internet podem levar até 48 horas para validação. Após esse prazo, a vítima é comunicada e o caso encaminhado à delegacia responsável pela área para investigação.



