Moradores de diversos bairros têm recorrido às redes sociais, canais de atendimento da Prefeitura e à imprensa para reclamar do mato alto em terrenos públicos, praças, canteiros centrais e áreas próximas a escolas e unidades de saúde. Segundo a população, o problema vem se intensificando nas últimas semanas e causa transtornos que vão além da questão estética.
Entre as principais preocupações estão o aumento do risco de proliferação de animais peçonhentos, como cobras e escorpiões, além da possibilidade de focos do mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, zika e chikungunya. Em alguns pontos da cidade, o mato também dificulta a circulação de pedestres e compromete a visibilidade de motoristas, especialmente em cruzamentos.
“Já fizemos várias reclamações e nada foi resolvido. O mato está tomando conta e temos medo por causa das crianças”, relatou uma moradora, que preferiu não se identificar.
A legislação municipal determina que proprietários de terrenos particulares são responsáveis pela conservação de seus imóveis. No entanto, moradores afirmam que a fiscalização é falha e que muitos espaços permanecem abandonados por longos períodos.
Além disso, muitas praças públicas foram tomadas pelo mato. Um exemplo é a praça do Jardim Campestre que ilustra essa matéria. “Abandonaram o bairro. É só ver como está a situação da nossa praça. É uma falta de respeito com os moradores daqui”, relatou ao RCA1 uma moradora do bairro que prefere não ser identificada.
O RCA1 entrou em contato com a secretaria municipal de Comuniação mas não recebeu uma resposta até o fechamento desta matéria. Caso haja manifestação, a matéria será atualizada.
Enquanto aguardam providências, moradores cobram mais agilidade do poder público e reforçam que a manutenção urbana é essencial para garantir segurança, saúde e qualidade de vida à população.



