Entrou em vigor nesta quarta-feira (1º) o novo salário mínimo nacional, que passa de R$ 1.518 para R$ 1.621. O valor representa um reajuste nominal de 6,79% e será aplicado nos pagamentos feitos a partir de fevereiro, conforme calendário de salários, aposentadorias e benefícios.
A correção segue a Política de Valorização do Salário Mínimo, retomada em 2023, que garante aumento real acima da inflação. Pela regra, o valor deve ser reajustado anualmente com base na variação do INPC acumulado em 12 meses até novembro, acrescido do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos anteriores — neste caso, de 2024 — limitado a 2,5% ao ano por conta do teto de gastos.
O novo piso impacta diretamente aposentadorias, pensões e auxílios pagos pelo INSS, além de benefícios como seguro-desemprego, abono salarial PIS/Pasep e o Benefício de Prestação Continuada (BPC).
De acordo com estimativa do Dieese, aproximadamente 62 milhões de brasileiros terão seus rendimentos influenciados pelo reajuste do mínimo, seja de forma direta ou indireta.



