Robson Barros, conhecido nacionalmente por integrar a primeira geração de Paquitos do programa de Xuxa Meneghel, morreu neste sábado (20), aos 58 anos. O ex-assistente de palco enfrentava um câncer há vários anos. Até o momento, a causa oficial da morte não foi divulgada pela família.
A notícia provocou comoção entre amigos e antigos colegas que fizeram parte do fenômeno televisivo que marcou gerações nas décadas de 1980 e 1990. Nas redes sociais, diversas personalidades ligadas ao universo da apresentadora prestaram homenagens ao artista.
Xuxa Meneghel publicou uma mensagem emocionada ao se despedir do amigo. A apresentadora destacou o carinho e a admiração que mantinha por Robson, lembrando sua trajetória e desejando que ele fosse recebido com amor e reconhecimento. O ator Junno Andrade, companheiro de Xuxa, também lamentou a perda.
Quem também manifestou pesar foi Tatiana Maranhão, ex-paquita e atualmente integrante da equipe de comunicação da apresentadora. Em um longo texto, ela recordou momentos compartilhados com Robson e ressaltou características que marcaram sua convivência, como a sensibilidade, a amizade e a generosidade.
A morte do ex-Paquito mobilizou ainda outras figuras que dividiram os holofotes com ele nos tempos do “Xou da Xuxa”. A atriz Letícia Spiller, que integrou o grupo de Paquitas na mesma época, demonstrou surpresa e tristeza ao receber a notícia.
Cátia Paganote relembrou a parceria artística ao compartilhar uma cena do filme “Sonho de Verão”, produção que reuniu Paquitos e Paquitas no início da década de 1990. Já Ana Paula Guimarães, diretora do documentário “Pra Sempre Paquitas”, publicou uma foto recente ao lado de Robson e destacou sua personalidade afetuosa.
Ana Paula Almeida, eternizada pelo personagem Pituxita, também homenageou o amigo. Em uma publicação com uma imagem dos tempos de televisão, ela descreveu Robson como uma pessoa amorosa, generosa e gentil.
Robson Barros fez parte de uma geração que ajudou a transformar o programa de Xuxa em um dos maiores sucessos da televisão brasileira. Sua trajetória permanece ligada à memória afetiva de milhões de telespectadores que acompanharam a era de ouro dos programas infantis no país.



